quarta-feira, 19 de maio de 2010

Construção do robô



Essa semana está corrida, devido ao número de obrigações como relatório, artigo científico e até mesmo a finalização do robô.

Infelizmente não tenho nenhuma foto para mostrar para vocês, mas vou falar um pouco do funcionamento do sensor óptico que será utilizado na construção do nosso robô.

Características Construtivas e Funcionais

Os sensores óticos são indicados para diversas situações como, por exemplo, quando o contato físico com o objeto não é possível (como exigem os micro-switches) ou quando o objeto é de um material incapaz de ser detectado por outro tipo de sensor, entre outras condições possíveis. Seu baixo custo, tamanho reduzido, robustez diante de ruídos eletromagnéticos, a capacidade de detectar todo tipo de material (desde que não sejam transparentes) a boa resolução, as distâncias de detecção relativamente altas e o simples princípio de funcionamento fazem deste tipo de sensor uma opção atrativa como “sensores de presença”. Como desvantagem, cabe apontar que podem ser influenciados por uma iluminação defeituosa, assim como são sensíveis em ambientes com altos índices de contaminação ótica (por exemplo, ambientes onde se trabalha com solda elétrica).

Os sensores óticos possuem um princípio de funcionamento baseado num feixe luminoso, em geral infravermelho e que pode ser polarizado (ou não), gerado por um dispositivo emissor e captado por outro dispositivo receptor. A presença do objeto no caminho do raio infravermelho possibilita (ou impede), dependendo do tipo de sensor, a recepção deste por parte do receptor. Assim, o controlador monitora se o objeto se encontra (ou não) presente no caminho da luz.

Nos dispositivos mais comuns, o emissor consiste em um LED infravermelho polarizado adequadamente, o qual emite um raio de um determinado espectro de freqüências. O dispositivo receptor, em geral, consiste em um fototransistor, que quando está polarizado corretamente (fica em estado de corte ou saturação) dependendo se sua base está sendo ou não iluminada. Através da polarização do receptor, é possível obter na saída um sinal de 0 V ou VCC, como mostrado na figura 1, monitorando assim o controlador a presença do objeto.

F.1 - Par fotodiodo–fototransistor polarizado. Quando a luz chega ao foto-receptor, na saída será lido um estado 0.

by Viviane Tavares

:)

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Robô Seguidor de Pista - Detetive




Olá!!

O Robô deverá ser entregue na semana do dia 17/05, estamos com o prazo curto!
Hoje estamos na faculdade para realização do relatório (descrição completa) que deve ser entregue semana que vem (13/05).

Também deveremos escrever um artigo técnico científico seguindo essas especificações - (clique aqui).

Aliás o projeto está com alguns problemas relacionados a carenagem, mas estamos tentando resolver isso.

É difícil descrever um projeto sem apresentar o robô pronto, mas estamos trabalhando para que tudo funcione conforme os parâmetros especificados.

Essa imagem acima é o logo que fiz para colocarmos quando o robô estiver pronto.

Vocês gostaram do nome do robô? Gostaram do logo?

Espero que sim! =D

Até o próximo post!

Beijos

Viviane