
Essa semana está corrida, devido ao número de obrigações como relatório, artigo científico e até mesmo a finalização do robô.
Infelizmente não tenho nenhuma foto para mostrar para vocês, mas vou falar um pouco do funcionamento do sensor óptico que será utilizado na construção do nosso robô.
Infelizmente não tenho nenhuma foto para mostrar para vocês, mas vou falar um pouco do funcionamento do sensor óptico que será utilizado na construção do nosso robô.
Características Construtivas e Funcionais
Os sensores óticos são indicados para diversas situações como, por exemplo, quando o contato físico com o objeto não é possível (como exigem os micro-switches) ou quando o objeto é de um material incapaz de ser detectado por outro tipo de sensor, entre outras condições possíveis. Seu baixo custo, tamanho reduzido, robustez diante de ruídos eletromagnéticos, a capacidade de detectar todo tipo de material (desde que não sejam transparentes) a boa resolução, as distâncias de detecção relativamente altas e o simples princípio de funcionamento fazem deste tipo de sensor uma opção atrativa como “sensores de presença”. Como desvantagem, cabe apontar que podem ser influenciados por uma iluminação defeituosa, assim como são sensíveis em ambientes com altos índices de contaminação ótica (por exemplo, ambientes onde se trabalha com solda elétrica).
Os sensores óticos possuem um princípio de funcionamento baseado num feixe luminoso, em geral infravermelho e que pode ser polarizado (ou não), gerado por um dispositivo emissor e captado por outro dispositivo receptor. A presença do objeto no caminho do raio infravermelho possibilita (ou impede), dependendo do tipo de sensor, a recepção deste por parte do receptor. Assim, o controlador monitora se o objeto se encontra (ou não) presente no caminho da luz.
Nos dispositivos mais comuns, o emissor consiste em um LED infravermelho polarizado adequadamente, o qual emite um raio de um determinado espectro de freqüências. O dispositivo receptor, em geral, consiste em um fototransistor, que quando está polarizado corretamente (fica em estado de corte ou saturação) dependendo se sua base está sendo ou não iluminada. Através da polarização do receptor, é possível obter na saída um sinal de 0 V ou VCC, como mostrado na figura 1, monitorando assim o controlador a presença do objeto.
Os sensores óticos possuem um princípio de funcionamento baseado num feixe luminoso, em geral infravermelho e que pode ser polarizado (ou não), gerado por um dispositivo emissor e captado por outro dispositivo receptor. A presença do objeto no caminho do raio infravermelho possibilita (ou impede), dependendo do tipo de sensor, a recepção deste por parte do receptor. Assim, o controlador monitora se o objeto se encontra (ou não) presente no caminho da luz.
Nos dispositivos mais comuns, o emissor consiste em um LED infravermelho polarizado adequadamente, o qual emite um raio de um determinado espectro de freqüências. O dispositivo receptor, em geral, consiste em um fototransistor, que quando está polarizado corretamente (fica em estado de corte ou saturação) dependendo se sua base está sendo ou não iluminada. Através da polarização do receptor, é possível obter na saída um sinal de 0 V ou VCC, como mostrado na figura 1, monitorando assim o controlador a presença do objeto.
F.1 - Par fotodiodo–fototransistor polarizado. Quando a luz chega ao foto-receptor, na saída será lido um estado 0.
by Viviane Tavares
:)
